segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Foi cuspe !

Foi cuspe, me desculpe
Rompante do banal
Das palavras espinhosas
Indecorosas
Cessar verbo anal

Foi cuspe, não se assuste
Sele os lábios, atente-se
Ancore a lingua em ancas-mama
Merda to merda
Ah, o silêncio dos dementes

Um comentário:

janderson disse...

caraca esse poema é muito bom.
parafrazeando-o;
uma cusparada de poesia na cara

janderson cunha