Criaturas malignas
Finde ao pó
Magno ódio
Forte o medo
Criaturas do caos
Uivam desordem
Sob bela sinfonia
Sangre, Gaia
Pois dedos metálicos
Perfuram suas entranhas
Deleitosa verde morte !
Oh, consolo manufaturado
Espectros do Calvário
És teu grandioso débito
Mas isentas as Criaturas !
Santo comodismo
Santo conformismo
Destruição, destruição
Eis o único êxito

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